Pensamento do corpo

fragmentos e reflexões sobre o texto: DELEUZE E A PÓS-MODERNIDADE – Peter Pál Pelbart

“Nenhum pathos em relação à origem ou ao destino, nenhum ódio pelo mundo, nenhum ressentimento ou negatividade, mas tampouco complacência alguma em relação à baixeza do presente – sobretudo uma abertura extrema à multiplicidade contemporânea, aos processos que ela libera, aos devires que ela engendra.”

Pelbart devorado por Kiran: .. se a dança = pensamento do corpo (segundo Katz), então leia-se: elaborar um material de pensamento capaz de captar a miríade de forças em jogo (no corpo) e fazer do próprio pensamento (movimento) uma força do Cosmos: o dançarino como um artesão cósmico.

dançar seria então: “sondar o feixe de forças que o presente obtura ou bloqueia, fazer saltar as transcendências que o assediam, acompanhar as linhas de fuga por toda parte onde as pressentimos, construir um plano de imanência (através do movimento) que devolva à virtualidade sua dignidade, ali onde ela se conecta com o aqui e o agora. A partir daí se está em condições de prospectar agenciamentos inéditos, novas distribuições de afecto e acontecimentos singulares.”
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