PESQUISA EM DANÇA: A CARTOGRAFIA COMO ESTRATÉGIA PARA UM CORPO VIBRÁTIL

Resumo do artigo enviado para aprovação no II encuentro latinoamericano de Investigadores/as sobre cuerpos y corporalidades en las culturas 3 al 7 de octubre de 2015 Bogotá, Colombia.

O artigo foi escrito a três corpos, Andréia Barreto, Mariana Batista e eu, todos mestrandos do Programa de Pós-graduação em Dança (PPGDança – UFBA).


 

MESA 11: DANZA Y MOVIMIENTO

PESQUISA EM DANÇA: A CARTOGRAFIA COMO ESTRATÉGIA PARA UM CORPO VIBRÁTIL

Andreia Barreto (PPGDança – UFBA)[1]

Giorrdani de Souza (PPGDança – UFBA)[2]

Mariana Batista (PPGDança – UFBA)[3]

Resumo: Esta comunicação, resulta de questionamentos e inquietações de mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Dança (PPGDança – UFBA – Brasil), tendo como proposta refletir sobre a produção de conhecimento em dança, levando em conta a complexidade e transdisciplinaridade deste campo do conhecimento. Objetiva discutir o potencial da “cartografia” enquanto agenciadora de saberes na pesquisa em dança. Tal conceito fundamenta-se nas ideias de Gilles Deleuze e Félix Guattari (1995), que vem apresentado nessa oportunidade por Suely Rolnik (2014) com vistas a refletirmos sobre a importância da construção de novas posturas e modos de refletir sobre práticas investigativas em dança, que valorizem os processos de subjetivação e assim desloquem e/ou reterritorializem o corpo na dança enquanto potencializador de saberes. Dentro deste contexto a pesquisa em dança está entendida como um lugar que pode abrigar novas práticas de produção de subjetividade.

Palavras-chave: Pesquisa em Dança. Corpo Vibrátil. Cartografia. Micropolítica.

[1] Andréia Barreto Lira é mestranda do PPGDança (UFBA – Bahia), especialista em Estudos Contemporâneos em Dança (UFBA – Bahia), especialista em Docência do Nível Superior (UFPI – Piauí) e graduada em Licenciatura Plena em Pedagogia. Atua como professora, coreógrafa, bailarina e gestora cultural.

[2] Giorrdani de Souza (Kiran) é mestrando do PPGDança (UFBA – Bahia), pós-graduado em Dança como Prática Terapêutica (Faculdade Angel Vianna – RJ) e Fisiologia do Exercício para Corpos Especiais (Universidade Gama Filho – RJ); graduado em Fisioterapia (Hogeschool van Amsterdam – Amsterdam). Integrante do coletivo Pombagira 24 (Recife). Coreógrafo, bailarino, professor de técnicas contemporâneas de dança. Docente do Instituto CENSUPEG.

[3] Mariana Hilda Batista é mestranda do PPGDança (UFBA – Bahia), pós-graduada em Arte Contemporânea: arte, teoria e história (UTP – Paraná), Bacharel e Licenciada em Dança (FAP – Paraná). Integrante do BATTON – Organização de Dança (Paraná). Atua como professora, bailarina e pesquisadora.

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